CITRINOS

 

DOENÇA/PRAGA

SUBSTÂNCIA ACTIVA

FORM

CONCENTRAÇÃO

(g sa/hl)

IS
dias

 

 

Alternariose

cobre(oxicloreto)

WG

168,75 (36)

7

 

WP

150-300 Cu

7

 

SC

125 - 300Cu (36)

7

 

SC

125 - 300Cu (36)

7

 

 

Antracnose

cobre(hidróxido) (1)

WG

120-200

7

 

WG

120 - 210

7

 

WP

150 - 250

7

 

 

Podridões (2)

imazalil

EC

100-150 (4) a)

(6)

 

150 (4) b)

(6)

 

SL

37,5-45 (3)

(6)

 

tiabendazol

SC

500 (3)

(6)

 

 

Gomose
(Phytophthora citrophthora)
(Phytophthora parasitica)

cobre(sulfato de cobre e cálcio - mistura bordalesa)

WG

2000

7

 

 

fosetil (na forma de sal de alumínio)

WG

200 (5)

14

 

WG

186,5 – 223,8 (60)(61)(62)

14

 

 

Míldio ou aguado

cobre(hidróxido) (1)

WG

120-200

7

 

WG

120 - 210

7

 

WP

150 - 250

7

 

cobre(oxicloreto)

WP

150-300 Cu

7

 

SC

125 - 300Cu (36)

7

 

SC

125 - 300Cu (36)

7

 

WG

168,75 (36)

7

 

cobre(sulfato de cobre e cálcio - mistura bordalesa)

WP

250 - 520

7

 

cobre(sulfato de cobre tribásico) (50)

SC

247

7

 

fosetil (na forma de sal de alumínio)

WG

200

14

 

WG

186,5 – 223,8 (60)(61)(62)

14

 

 

Queimado ou
pinta negra (10)
(Pseudomonas syringae)

 cobre(hidróxido)  (1)

WG

120-200

7

 

WG

120-210

7

 

WP

150 - 250

7

 

cobre(oxicloreto)

WP

150-300Cu

7

 

SC

125 - 300Cu (36)

7

 

SC

125 - 300Cu (36)

7

 

WG

168,75 (36)

7

 

cobre(sulfato de cobre e cálcio - mistura bordalesa)

WP

250 - 520

7

 

cobre(sulfato de cobre tribásico)

SC

247

7

 

 

Ácaros tetraniquídeos

spirodiclofena (52)

SC

72-96

14

 

 

Aranhiço vermelho e outros tetraniquídeos
(Panonychus citri )

fenepiroximato (42)(54)

SC

5,3-7,95 (24)

14

 

hexitiazox(55)

WP

5

14

 

 

Afídeos

acetamiprida

SG

5

14

 

SP

5

14

 

azadiractina

EC

2,4-4 (18)

3

 

 

deltametrina

EC

1-1,25(14)

30

 

flonicamida(30)(53)

WG

2,5-5 g s.a./hl

60

 

lambda-cialotrina

EG(33)(57)

1,5

7

 

 

lambda-cialotrina+tiametoxame

ZC

1,5+ 3(16)(56)(58)

28

 

pimetrozina (22)

WG

10

21

 

pirimicarbe

WG

25-37,5 (17)

14

 

WP

37,5 (17)

14

 

tiametoxame (16)

WG

3 (22) (24)

28

 

 

Cochonilhas

clorpirifos

EC

72-96 (19)

28

 

CS

72,5-95 (19)

28

 

EC

72-96

28

 

 

 

 

 

14

 

 

espirotetramato (63)(64)(66)

OD

45-75 g s.a./ha

14

 

óleo de verão (20)(21)

EC

1485-1584

-

 

EO

1600

-

 

EW

1600

-

 

 

Cochonilha algodão

óleo de verão (20)(21)

EO

1600

-

 

 

Cochonilha icéria

óleo de verão (20)(21)

EO

1600

-

 

 

Cochonilha negra

óleo de verão (20)(21)

EO

1600

-

 

 

deltametrina

EC

1-1,5(14)

30

 

 

piriproxifena(46)(59)

EC

2,5-5

28

 

 

 

 

 

 

 

Cochonilha parlatória ou cochonilha-da-raiz

piriproxifena(46)(59)

EC

5-7,5

28

 

 

 

 

 

 

 

 

Cochonilha pinta amarela

óleo de verão (20)(21)

EO

1600

-

 

 

 

 

 

 

 

Cochonilha pinta-               -vermelha

piriproxifena(46)(59)

EC

5-7,5

28

 

 

 

 

 

 

 

 

Cochonilha vírgula

óleo de verão (20)(21)

EO

1600

-

 

 

piriproxifena(46)(59)

EC

5

28

 

 

Mineira das folhas dos rebentos
(Phyllocnistis citrella)

acetamiprida

SG

8-10

14

 

SP

8-10

14

 

 

abamectina

EC

0,72 (37)

7

 

 

 

EW

0,72g + 250 g óleo de verão a 80%(49)

7

 

azadiractina

EC

1,6-3,2 (18)

3

 

diflubenzurão

WP

15 (23) (27)

21

 

emamectina benzoato (56)

SG

1,275

7

 

 

imidaclopride (30)

OD

15,45
ou
10,3 (38)

14

 

 

 

SL

10 (31)

14

 

 

 

WG

10,5

14

 

metoxifenozida

SC

9,6-12 (25) (33)

14

 

tebufenozida

SC

14,4-18 (24) (34)

7

 

tiametoxame

WG

7,5 (22) (24)

28

 

 

Mosca branca dos citrinos

azadiractina

EC

1,6-3,2 (18)

3

 

 

deltametrina

EC

1,25

30

 

 

espirotetramato (63)(65)(66)

OD

45g s.a./ha

14

 

imidaclopride (30)

OD

15,45
ou
10,3 (38)

14

 

 

SL

10 (26)
15 (26) (27)

14

 

WG

10,05

14

 

 

Mosca do Mediterrâneo
(Ceratitis capitata)

azadiractina

EC

2,4 - 4

3

 

fosmete (44)

WP

50

(40)

 

lambda-cialotrina

CS

1,25 (41)

7

 

EG(57)(58)

1,5

7

 

lufenurão (51)

RB

24 iscos/ha

-

 

spinosade (47)

CB

0,24-0,36 (48)

3

 

 

 

Observações:

  1. O produto tem ação inibidora em bactérias que favorecem a formação de gelo. A aplicação antes da existência de condições de geada, nas concentrações indicadas, pode proteger geadas fracas. Não se recomenda em áreas e locais onde as condições sejam favoráveis a geadas fortes.
  2. Causadas pelos fungos Penicillium spp., Phomopsis citri e Diplodia sp.
  3. Tratamento por imersão dos frutos a efetuar imediatamente após a colheita.

4.       Tratamentos a efetuar imediatamente após a colheita:
a) em pulverização aquosa a baixo volume com os mesmos aparelhos para aplicação de ceras, fazer a aplicação do fungicida antes da aplicação da cera utilizando 1 litro/calda/ton/fruta.
b) Se o produto se destinar a ser incorporado nas ceras, em aparelhos convencionais, aplicar sem diluir 150 g s.a./hl de ceras usando um aparelho que utilize 1 a 1,5 litros//cera/ton/fruta.

  1. Aplicar com 2 a 3 meses de intervalo na fase de crescimento ativo.
  2. Tendo em consideração a finalidade aprovada, não necessita de intervalo de segurança.
  3. Aplicações na primavera sob a forma de pasta nas zonas necrosadas após limpas.
  4. Quantidade a juntar em 100 l de água e a 20kg de cal, de forma a constituir uma pasta.
  5. Previamente neutralizado com cal.
  6. Pseudomona syringae.
  7. g s.a./árvore.
  8. Não efetuar mais de uma aplicação anual. Não semear ou plantar outras culturas nos solos de pomares de citrinos.
  9. 14 dias; 7 dias para concentrações de calda até 40g s.a./hl.
  10. Laranjeira, limoeiro, tangerineira e lima.
  11. 21 dias, não efetuando mais de duas aplicações.
  12. Em laranjeiras, limoeiros e mandarinas.
  13. Não efetuar mais de duas aplicações.
  14. Tratar ao aparecimento das pragas quando estas estão nos primeiros estados de desenvolvimento.
  15. Adicionar óleo de verão na concentração de 800-1200g s.a./hl.
  16. Regar antes da aplicação.
  17. Não aplicar desde a floração até os frutos terem o tamanho de uma noz.
  18. Não efetuar mais de 1 tratamento.
  19. Deve adicionar-se SÓLEOL (produto com base em óleo de verão) na concentração de 500ml pc/hl.
  20. A aplicação deve ser feita logo que se observem os primeiros sintomas de ataque.
  21. Adicionar 500ml/hl de óleo de verão Garbol.
  22. Se for utilizada a concentração mais baixa (10g sa/hl) deve ser adicionado um óleo de verão na concentração de 1 litro de pc/hl.
  23. A 1ª aplicação deve ser efetuada no início do ataque (após a eclosão dos ovos) e em caso de necessidade repetir 21 dias após a 1ª.
  24. 14 dias, não efetuando mais de quatro aplicações.
  25. Adicionado de 4 kg de açúcar/hl de calda.
  26. Excluindo utilização em limoeiro.
  27. Deve adicionar-se Foli-Óleo na concentração de 500ml pc/hl. No caso de a praga estar associada à mosca branca, a concentração do óleo deve ser de 1000ml pc/hl. A 1ª aplicação deve ser efectuada no início do aparecimento da praga com intervalos de 14 a 21 dias.
  28. Dado o tipo de produto, os tratamentos devem em geral, ser efectuados na altura das posturas ou na altura da eclosão dos ovos ou na fase de larvas jovens (primeiros instares), conforme a praga a proteger.
  29. Tratar aos primeiros sinais de ataque da praga.
  30. Adicionar 500ml/hl de óleo de verão
  31. 28 dias não efetuando mais de 2 aplicações.
  32. Iniciar os tratamentos no Outono quando se verificar um abaixamento da temperatura e surjam as primeiras chuvas fortes. Repetir a intervalos de 3 a 4 semanas enquanto o tempo decorrer frio e húmido. Normalmente 3 aplicações são suficientes, a primeira em meados de Novembro, a segunda em fins de Dezembro e a terceira em princípios de Fevereiro.
  33. Adicionar 250ml/hl de óleo de verão
  34. Adicionar 1.000l/ha de óleo de verão GARBOL.
  35. Este produto não deve ser misturado com caldas à base de enxofre, nem aplicado em plantas que tenham recebido recentemente esse tratamento.
  36. 28 dias não efetuando mais de 1 aplicações
  37. No combate à Ceratitis a aplicação deve ser feita em filas e adicionadas de atrativo para a mosca do mediterrâneo.
  38. Aplicar apenas em laranjas, toranjas e pomelos.
  39. Aplicar apenas em laranjeira.
  40. Dadas as características do produto, as doses de aplicação estão expressas em ml de produto comercial/ha. As doses de 0,5 l/ha destinam-se aos primeiros estados larvares e infestações baixas e as mais elevadas a estados mais avançados e a grandes infestações.
  41. Aplicar de modo a atingir os botões florais, antes da sua abertura, com pulverização fina.
  42. Aplicar apenas em laranjeira e tangerineira.

47.    Utilizar a dose de 1 L a 1,5 L de pc/ha e um volume de calda de 10-20 L/ha. Deve ser aplicado, preferencialmente, através de um esguicho dirigido à parte superior da árvore. Recomenda-se um bico de pulverização cónico de 1mm, sem difusor, que permite a formação de gotas grossas, funcionando cada uma delas como uma armadilha.

  1. Realizar no máximo 3 tratamentos com intervalos de 14 dias.
  2. Iniciar os tratamentos no Outono quando se verificar o abaixamento da temperatura.

50.    Colocar os iscos anualmente antes do aparecimento da Mosca do mediterrâneo nas armadilhas de monitorização.

  1. Apenas laranjeira e mandarina.
  2. Máximo 100 g p.c./ha (50 s.a./ha). A concentração mais elevada deve ser utilizada em situações de elevada pressão da praga. Máximo 2 aplicações por ciclo cultural.
  3. Uma aplicação por ciclo cultural para o total das finalidades, para acaricidas do grupo químico METI.
  4. Efetuar apenas uma aplicação por ciclo cultural, com este acaricida, ou outro com o mesmo modo de ação ("mite growth inhibitors" - inibidores de crescimento dos ácaros).

55.    Efetuar no máximo 3 aplicações por ciclo cultural, alternando os tratamentos com produtos com diferentes modos de ação.

56.    Para evitar o desenvolvimento de resistências, não aplicar este produto ou outro que tenha o mesmo modo de ação, mais de 2 vezes por período cultural para a mesma finalidade.

  1. Efetuar as aplicações entre a mudança de coloração dos frutos e a colheita.
  2. .Permitido apenas após a época de floração.
  3. Para evitar o desenvolvimento de resistências, efetuar no máximo uma aplicação por campanha, de forma precoce durante a 1.ª geração das cochonilhas.
  4. Laranjeira, laranjeira azeda, laranjeira-bergamota, lima, limoeiro, mapo, tangerineira incluindo mandarina e clementina, toranjeira, cidreira e tangelo.
  5. Efetuar no máximo 3 tratamentos por ano.
  6. O primeiro tratamento deve ser efetuado na primavera no início da floração, o segundo em julho e o terceiro em outubro/novembro.

63.    Para evitar o desenvolvimento de resistências, este inseticida deve ser usado em programas de pulverização alternando a sua aplicação com inseticidas de outros grupos químicos com diferente modo de ação. Não se recomenda a mistura deste inseticida com outros produtos.

64.    Seguir as indicações do Serviço Nacional de Serviços Agrícolas, quando existam. Se necessário, repetir o tratamento 21 dias depois, no máximo de 2 aplicações.

65.    Seguir as indicações do Serviço Nacional de Serviços Agrícolas. Na sua ausência, iniciar os tratamentos no princípio dos ataques. Se necessário, repetir o tratamento 21 dias depois, no máximo de 2 aplicações.

66.    Nesta cultura, para o conjunto das pragas, realizar um máximo de 2 aplicações com este produto por ciclo cultural.

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