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Documentação Sanitária

São aceites cópias autenticadas (consideram-se por exemplo cópias autenticadas as reconhecidas como tal pelos próprios serviços emissores) do comprovativo da vacinação e do boletim de resultado da análise de sangue. Pretende-se sim, com esta referência, não obrigar os viajantes a deslocar-se com a documentação original.

O MODELO DE CERTIFICADO É OBTIDO NOS SERVIÇOS OFICIAIS (não num veterinário clínico) A ESMAGADORA MAIORIA DAS AUTORIDADES OFICIAIS DOS PAÍSES FORA DA UNIÃO EUROPEIA TÊM OS SEUS PRÓPRIOS MODELOS. CONSULTE AS MESMAS PARA O EFEITO. 

Para os países cujas autoridades oficiais não têm o seu próprio modelo (à data muito poucos) disponibilizamos aqui o modelo em causa.

Então não pode o Passaporte ser utilizado a partir de países fora da UE?

Pode, mas apenas para os animais que antes da saída da UE já cumpriam as condições sanitárias exigidas aos países de onde regressam e, por conseguinte, quando saíram foram acompanhados dos passaportes com essa informação neles averbada.
Ou seja, um passaporte emitido na UE antes da saída do animal para um país fora da UE, onde foram registadas as condições sanitárias previstas para o regresso, é válido no regresso em substituição do certificado sanitário.
Se houver alteração dessas condições sanitárias (identificação/vacinação/revacinação contra a raiva/titulação de anticorpos da raiva) que modifiquem assim a informação que consta no passaporte, é necessário para a sua reentrada um certificado sanitário.

POR SUA VEZ PARA ENTRADA EM DETERMINADOS PAÍSES FORA DA UE PODE SER USADO O PASSAPORTE!
Quando a entrada em determinados países fora da União Europeia não exige documentação específica (como é o caso dos EUA e Canadá, servindo também o Boletim de Vacinas. Consulte a informação sobre a saída de Portugal).


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